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Pablo Marçal chama Renan Santos de nazista e rival prevê perseguição política

Marçal chama Renan de nazista e ex-candidato responde: ‘Caso Flávio vença, serei perseguido’

O empresário e influenciador Pablo Marçal, aliado da campanha de Flávio Bolsonaro para o Executivo, utilizou suas redes sociais para atacar duramente o ex-candidato à Presidência Renan Santos, do movimento Missão, rotulando-o como nazista e fazendo analogias com o ditador Adolf Hitler.

Contexto das acusações virtuais No vídeo veiculado na internet, o influenciador digital disparou suas críticas contra o adversário político. “O Renan criou uma seita na cabeça dos moleques esquisito. O cara tem um perfil do Hitler absurdo, até trejeito dele de querer implantar coisa de comunista e ditador, que não tem nada a ver com a direita”, disse Marçal.

Reação e alerta de cerceamento Em resposta imediata divulgada na última terça-feira (20), Renan publicou sua própria gravação avaliando o cenário das urnas e projetando um futuro de hostilidades caso seu oponente saia vitorioso. “Como eu sei que o Flávio vai vencer essas próximas eleições, eu já posso falar para vocês: haverá perseguição dessa turma contra mim, talvez contra vocês [eleitores do Renan]”, afirmou Renan.

Desprezo pelo eleitorado rival Durante o mesmo vídeo, Marçal despreza os eleitores de Renan para somar aos votos de Flávio no segundo turno. “Você que votou no Renan, fica com esse voto, anula, põe onde você quiser, e acabou”, afirmou.

Tentativa de desconstrução pública Para o líder do Missão, a investida do influenciador tem o claro intuito de difamá-lo moralmente na internet a mando da campanha adversária. Segundo Renan, o objetivo de Marçal é humilhá-lo e o descontruir como ser humano o chamando de nazista sendo como “um soldadinho de Flávio” nas redes. “O Flávio infelizmente é envolvido em muitos escândalos de corrupção e não tem condição de debater comigo, fugiu de mim todas as vezes que pôde, e ele usa o Marçal como soldadinho nas redes sociais para cumprir esse papel”, completou.

A escalada de tensão na reta final da disputa eleitoral evidencia o acirramento dos ânimos virtuais entre os grupos políticos envolvidos na corrida pelo poder.

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