Home / Brasil / Ilhabela corta preço da passagem de ônibus para R$ 2,50 a partir de novembro

Ilhabela corta preço da passagem de ônibus para R$ 2,50 a partir de novembro

Ilhabela anuncia redução no preço da passagem de ônibus para R$ 2,50 a partir de novembro

A prefeitura de Ilhabela, localizada no Litoral Norte de São Paulo, confirmou que vai cortar pela metade o preço das passagens de ônibus no município a partir do dia 1º de novembro.

Tarifas mais baratas no transporte municipal Com a alteração, a tarifa paga com o cartão eletrônico recarregável passará de R$ 4,80 para R$ 2,50. Enquanto isso, para os pagamentos realizados em dinheiro ou Pix, o valor despencará de R$ 10 para R$ 5.

Combate ao transporte clandestino De acordo com o decreto assinado pelo Executivo municipal, a antiga tabela de preços provocou uma retração na quantidade de usuários do sistema coletivo, além de impulsionar a busca por meios de locomoção irregulares.

Estímulo aos ônibus regulares A meta da gestão municipal ao baratear o serviço é incentivar a população a utilizar os coletivos oficiais, que contam com vistorias regulares e padrões rígidos de segurança.

Condições do Aquabus Apesar da mudança nos ônibus, a tarifa do Aquabus continuará inalterada em R$ 20. Contudo, quem utilizar o cartão de transporte para pagar o trajeto aquaviário continuará desembolsando R$ 4,80.

Histórico de reajustes e aumentos No mês de janeiro de 2025, a administração municipal havia elevado os preços do transporte público e do Aquabus para quem não possuía o cartão eletrônico. Na ocasião, o bilhete dos ônibus saltou de R$ 5 para R$ 10, representando um salto de 100%. No caso do transporte aquaviário, o salto foi de R$ 5 para R$ 50, uma alta expressiva de 900%.

Durante aquele período, quem utilizava o cartão recarregável manteve o gasto de R$ 2,10 tanto nos ônibus quanto no Aquabus. A defesa da Prefeitura foi de que os R$ 5 cobrados antes faziam parte de uma fase de testes da operação, iniciada em maio de 2024. Posteriormente, em março de 2025, a Justiça rejeitou um pedido de liminar feito pelo Ministério Público de São Paulo para suspender os reajustes.

Deixe um Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *