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Adrilles cobra punição por vandalismo em ato na Avenida Paulista

Adrilles cobra punição por vandalismo em manifestação pró-Lula na Paulista

O vereador paulistano Adrilles Jorge, filiado ao União Brasil, acionou o Ministério Público do Estado de São Paulo e exigiu que o prefeito Ricardo Nunes (MDB) tome providências imediatas para identificar e punir os responsáveis por depredações na Avenida Paulista durante o último domingo, 11.

Cobrança por ressarcimento e investigação

O parlamentar protocolou uma notícia de fato na Promotoria pedindo a investigação rigorosa de tumultos, pichações e depredações ocorridas durante e após uma manifestação pró-reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A principal exigência é o levantamento detalhado de todos os prejuízos causados ao patrimônio público.

“Quem causa prejuízo ao poder público precisa ser identificado e responsabilizado, e os gastos com reparação devem ser cobrados de quem efetivamente praticou os atos”, afirmou o vereador.

O representante municipal também destacou que a liberdade de expressão não pode ser usada como álibi para infrações. “O direito à manifestação política não pode servir de justificativa para se destruir bens públicos.”

Imagens e cooperação das autoridades

Na representação enviada ao MP-SP, Adrilles requereu que órgãos estaduais e municipais, incluindo as polícias Civil e Militar, a Secretaria de Segurança Pública e a administração do Metrô, forneçam informações detalhadas e registros em vídeo das imediações das estações Consolação, Brigadeiro e Trianon-Masp.

O objetivo do pedido é obter relatórios técnicos, boletins de ocorrência e imagens de segurança para dimensionar os gastos com limpeza, remoção de pichações e reposição de equipamentos danificados.

Cobranças direcionadas à prefeitura

Além da atuação junto ao Ministério Público, o vereador questionou formalmente a gestão municipal sobre as ações adotadas para rastrear os vândalos e averiguar se as gravações já foram repassadas às forças de segurança.

O pedido também aborda a possibilidade de medidas judiciais por parte da prefeitura para reaver os custos financeiros com a manutenção, visando responsabilizar os autores nas esferas cível e criminal, sem descartar organizadores caso haja embasamento legal. Qualquer sanção ou obrigação de pagamento, contudo, dependerá da comprovação individual de culpa e do devido processo legal.

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