A exatos seis dias do segundo turno das eleições, um levantamento realizado entre os dias 16 e 18 de outubro revela que a rejeição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) atingiu 48% dos eleitores que afirmam não votar nele “de jeito nenhum”. Em contrapartida, o índice de rejeição ao senador Flávio Bolsonaro (PL) ficou estabelecido em 44%.
Oscilações e índices de rejeição
Os números mais recentes apontam uma oscilação de 2 pontos percentuais para cima na rejeição ao atual presidente, visto que a taxa anterior era de 46%. Por outro lado, a rejeição ao parlamentar liberal registrou uma leve baixa de 1 ponto percentual, descendo de 45% para 44% na comparação com a rodada anterior da pesquisa.
O estudo detalha ainda a base de apoiadores convictos de cada candidatura. Entre os votantes consultados, 42% declaram que o petista é o único candidato em quem votariam, enquanto 7% dizem que ainda poderiam votar nele. Na medição passada, esses percentuais eram de 44% e 7%, respectivamente.
Cenário para o candidato do PL
No que tange ao senador Flávio Bolsonaro, os dados indicam que ele representa a única alternativa de voto para 44% dos participantes. Outros 8% relatam que poderiam votar no congressista. No levantamento anterior, a parcela que o considerava como opção exclusiva era de 43%, com 7% demonstrando abertura para eventual voto.
Expectativa de vitória e metodologia
Além da rejeição, a sondagem avaliou o clima de otimismo quanto ao resultado final do pleito. Para 52% dos votantes ouvidos, Flávio Bolsonaro ostenta maiores probabilidades de triunfo, ao passo que 41% depositam essa expectativa no presidente Lula e 7% preferiram não opinar.
Executado por meio de telefonemas para linhas fixas e celulares, o trabalho estatístico abrangeu 3.000 entrevistas distribuídas por 695 municípios de todas as 27 unidades da Federação. A margem de erro estimada é de 1,8 ponto percentual, sob um intervalo de confiança de 95%, estando devidamente formalizada no Tribunal Superior Eleitoral sob o registro BR-02586/2026.






