A Meta, empresa responsável por plataformas como o Facebook e o WhatsApp, declarou que a conta de anúncios da campanha do presidente e candidato à reeleição Lula (PT) foi “desativada por engano por pouco mais de 1 hora, e não por razões políticas.”
Esclarecimentos prestados ao tribunal A manifestação da companhia ocorreu apenas um dia após um encontro oficial entre executivos da corporação e a cúpula do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para debater o ocorrido. De acordo com a organização, foram repassadas informações técnicas para justificar os incidentes registrados durante o período de campanha.
“Apresentamos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) uma defesa detalhada e respaldada por dados técnicos em resposta à reclamação da campanha de Lula.”
Neutralidade nas eleições A companhia rejeitou qualquer tipo de favorecimento e classificou como “falsas e infundadas” as acusações de que sua atuação teria o objetivo de interferir no pleito em benefício de determinados grupos políticos ou candidatos.
“Nossos sistemas não classificam nem distribuem conteúdo com base em ideologia política, e nossas regras e sua aplicação valem igualmente para todos.”
A empresa reforçou que mantém uma postura de imparcialidade diante do processo eleitoral brasileiro e que sua atuação é pautada estritamente pelo cumprimento das diretrizes de uso, aplicadas de forma uniforme para todos os usuários e anunciantes.






