O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quinta-feira (15) que o fuzilamento do responsável por um atentado em uma base militar não contará com transmissão televisiva ou online. A decisão veio a público por meio de uma postagem na rede social Truth Social.
Fim da ideia de transmissão
A medida sepulta uma proposta anterior levantada pelo secretário de Defesa, Pete Hegseth, que havia gerado forte repercussão negativa e indignação na sociedade americana. O plano inicial sugeria a exibição pública do ato extremo, gerando debates sobre ética e espetacularização da justiça.
“Ele morrerá, como está previsto, por pelotão de fuzilamento, mas esse evento não será transmitido”, disse Trump.
Acesso restrito aos familiares
Embora a exibição pública tenha sido vetada, o governo manteve a possibilidade de acompanhamento presencial para os parentes daqueles que perderam a vida no atentado que vitimou 13 pessoas na instalação militar.
“A execução poderá ser presenciada pessoalmente pelos familiares diretos das vítimas, se assim o desejarem”, acrescentou Trump.
O caso segue repercutindo no cenário político norte-americano, marcando um recuo da administração em relação à exposição de penas capitais federais.






