A discussão pública entre Davi Alcolumbre e Rogério Marinho durante a sessão de quinta-feira (15), no plenário, foi interpretada nos bastidores parlamentares como o pontapé inicial para a sucessão na presidência da Casa em 2027.
Estratégias e articulações para 2027
Enquanto Alcolumbre articula nos bastidores para viabilizar sua recondução ao cargo máximo do Legislativo, o bloco oposicionista já movimenta peças. Marinho atua atualmente como coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro e desponta como o principal candidato do PL para fazer frente ao atual grupo hegemônico.
O tom do embate institucional
O episódio tenso ocorrido nesta quinta-feira serviu para demonstrar aos parlamentares como deve se comportar a oposição e a situação nos próximos meses de tramitação legislativa.
O atrito começou quando Alcolumbre foi cobrado a respeito da retirada de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da pauta oficial. O senador assumiu integralmente a responsabilidade pela manobra regimental. Em resposta, Marinho comparou a atitude à lógica do “Estado sou eu” e argumentou a favor de um modelo administrativo em que o poder da Presidência seja descentralizado.
Apesar de o pleito para a nova composição da Mesa Diretora ainda estar distante no horizonte temporal, os parlamentares já tratam o pleito como uma realidade em andamento na rotina legislativa.






