O deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) cobrou maior engajamento dos apoiadores em um canal de transmissão no WhatsApp da campanha de Flávio Bolsonaro (PL). A cobrança ocorreu após o sucesso do “Exército do Lula”, grupo do adversário na disputa presidencial administrado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG).
A estratégia do grupo governista Gayer pediu que os integrantes do canal chamem mais pessoas para a “Tropa do Flávio” e estabeleceu a meta de alcançar dois milhões de usuários. Atualmente, o grupo conta com 1,7 milhão de membros inscritos.
O parlamentar demonstrou preocupação com a influência do grupo rival nas pesquisas de intenção de voto e insinuou que a campanha adversária estaria recebendo financiamento do crime organizado.
“Esse aqui é um áudio de alerta. A campanha de terrorismo eleitoral que o Lula e o PT estão fazendo de forma criminosa, aquele canal, Exército do Lula, criado por aquele Rachadones, elas realmente estão conseguindo mobilizar a esquerda de uma maneira que a gente nunca viu. Os demônios das petismo saíram da catacumba do inferno e estão realmente conseguindo fazer um impacto nos trackings.”, declarou Gustavo Gayer.
Apelo por engajamento total O deputado reforçou a necessidade de mobilização nos últimos 12 dias e orientou os participantes a compartilharem os conteúdos nas redes sociais, além de interagirem com comunicadores e parlamentares do campo conservador.
“Vamos levar esse canal a sério. A tropa do Flávio agora tem que cumprir missões: aumentar o número de pessoas no canal, divulgar todo o conteúdo que for repassado aqui, jogar nos grupos, jogar no seu status do WhatsApp, nas suas redes sociais e trazer mais pessoas para o canal. Estamos precisando da mobilização de todos vocês.”, afirmou Gustavo Gayer.
Disputas judiciais no Tribunal Superior Eleitoral Enquanto isso, o canal “Exército do Lula” tem sido alvo de impasses na Justiça Eleitoral. O presidente do TSE, ministro Nunes Marques, determinou que a ferramenta aguarde 48 horas após o registro formal para retomar a propaganda eleitoral. A campanha do presidente Lula (PT) registrou o canal na corte após determinação do magistrado, que também suspendeu uma autorização anterior dada pelo corregedor-geral eleitoral, Ricardo Villas Bôas Cueva.
A exigência do prazo está prevista na legislação para endereços eletrônicos criados antes da campanha que não haviam sido comunicados previamente ao tribunal. Embora formalizado pelo Núcleo de Gerenciamento de Sistemas e Dados Partidários, a campanha petista não assumirá o controle direto do espaço, que permanece sob a administração de Janones.
O magistrado destacou que a suspensão ocorreu pela ausência de comunicação formal, mantendo o impedimento de uso eleitoral até a regularização. O caso ainda deverá passar pelo crivo do plenário da Corte, enquanto a corrida eleitoral segue em direção ao segundo turno, marcado para o dia 25 de outubro.






