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Camilo Santana chama recuo de Flávio Bolsonaro sobre escala 6×1 de vitória popular

‘Mudança de Flávio Bolsonaro sobre fim da 6×1 é vitória do povo brasileiro’, diz Camilo Santana

O senador Camilo Santana (PT-CE), figura de destaque na articulação da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), classificou nesta terça-feira (13) como um triunfo da sociedade a decisão do senador Flávio Bolsonaro (PL) de recuar e declarar apoio à proposta de emenda à Constituição (PEC) que extingue a jornada de trabalho na escala 6×1.

Declarações de Camilo Santana no QG da campanha O parlamentar petista fez a avaliação durante conversa com jornalistas na sede oficial da campanha presidencial, destacando o impacto político da movimentação do opositor em relação ao tema trabalhista.

“Importante é que é vitória do povo brasileiro. O presidente Lula desafiou o Flávio Bolsonaro, defendia pagamento por horas trabalhadas. Foi uma grande vitória o adversário ter anunciado que mudou de opinião, e esperamos que ele não mude de novo no futuro”, disse o senador há pouco no QG da campanha de Lula.

Expectativa no Senado e agenda de compromissos Além de comentar a pauta econômica e trabalhista, o aliado de Lula expressou expectativa de que a matéria seja votada e aprovada pelo plenário do Senado Federal ainda no decorrer desta semana.

Na mesma ocasião, a equipe confirmou os próximos passos do chefe do Executivo na corrida eleitoral, incluindo a participação em sabatina promovida pela emissora Globo logo após a exibição do telejornal noturno na quinta-feira, 14.

Para o encerramento da semana, o cronograma prevê o início das viagens voltadas ao segundo turno, com parada inicial em Minas Gerais na sexta-feira, 15, seguida por deslocamento para o Rio de Janeiro no sábado, 16.

Críticas sobre ausência em debate televisivo Durante o pronunciamento, o representante do Partido dos Trabalhadores também direcionou críticas ao parlamentar adversário por causa da recusa em comparecer ao confronto de ideias organizado pela Band no domingo seguinte, 18.

“O importante é que o presidente vai. Ele desafia Flávio Bolsonaro e quer saber por que o adversário não quer debater o futuro do Brasil”, declarou.

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