Rússia e Ucrânia chegaram a um entendimento para estabelecer um “cessar-fogo energético”, conforme afirmou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (republicano), no domingo (11.out.2026). O líder norte-americano fez um apelo público para que as duas nações “não o violem” por meio de sua conta oficial na rede Truth Social.
Reação oficial de Kiev O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky (Servo do Povo, centro), manifestou-se sobre a tratativa no mesmo domingo (11.out) por meio de uma postagem na plataforma X. O mandatário ucraniano confirmou o aval à trégua, ressaltando contudo que o país aguardava “detalhes” das autoridades norte-americanas.
“A Ucrânia apoia o cessar-fogo, e é importante que a Rússia também o apoie. Aguardamos os detalhes do lado americano. Do nosso lado ucraniano, sempre há APOIO TOTAL a passos de desescalada, proteção à vida e decisões necessárias para encerrar a guerra e garantir uma paz duradoura. Obrigado!”, escreveu.
Violações e novos ataques Apesar da concordância inicial com os termos da trégua voltada ao setor de energia, o chefe de Estado ucraniano apontou que a infraestrutura do país voltou a ser alvo de investidas militares logo após a divulgação do pacto oficial.
“Houve ataques com bombas planadoras e ataques à nossa infraestrutura energética também. Uma usina em Kharkiv foi atacada esta noite”, declarou.






