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Avenida paulista tem violência e vandalismo em ato político

Protesto do PT em SP tem vandalismo e violência contra mulheres

Um ato público em favor da reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), realizado no domingo, 11, na Avenida Paulista, em São Paulo, terminou com registros de violência física e verbal contra mulheres, além de danos ao patrimônio público nas dependências do Metrô.

Agressões físicas e ofensas

A ativista Tamires Cardoso relatou ter sido vítima de violência física logo após chegar ao local acompanhada por um homem chamado Maurício. O grupo levou uma representação em papelão do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) até as proximidades de uma viatura da polícia.

“Fui agredida, levei soco, chute, tentaram me derrubar no chão, tentaram roubar meu celular”, declarou Tamires, exibindo lesões pelo corpo e afirmando ter passado menos de dez minutos no evento.

Em outra ocorrência durante a mobilização, uma mulher foi alvo de insultos sexistas e ameaças por parte de participantes. A Polícia Militar precisou intervir e escoltar a vítima para fora do perímetro para garantir sua segurança.

Depredação e fechamento de estações

No momento da dispersão do público, acessos às estações Consolação e Trianon-Masp sofreram pichações e atos de vandalismo. De acordo com a Polícia Militar, portas e grades da estação Consolação foram danificadas, gerando confronto com funcionários antes do controle da situação.

A corporação confirmou o fechamento temporário de ambas as paradas devido aos incidentes. A administração do sistema metroviário também adotou esquemas especiais para gerenciar o fluxo de passageiros durante os distúrbios.

A alta concentração de pessoas na via pública gerou transtornos na mobilidade urbana e na circulação de pedestres. A ausência de barreiras físicas e de equipes de organização comprometeu o fluxo ao longo da avenida, que também ficou repleta de detritos e embalagens plásticas após a dispersão dos manifestantes.

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