O senador e candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), declarou neste domingo (11) que o panorama para seu triunfo no pleito de 2026 “está favorável”, mas enfatizou que seus correligionários “não podem baixar a guarda”.
Encontro político na capital paulista
O parlamentar, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, esteve presente em um almoço com prefeitos do estado de São Paulo realizado no Shopping Light, localizado na região central da capital. A articulação do evento ficou sob a responsabilidade do prefeito paulistano, Ricardo Nunes (MDB).
A reunião também contou com as presenças de autoridades importantes, como o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e os senadores eleitos André do Prado (PL) e Guilherme Derrite (PP).
Mobilização e foco nas urnas
Durante as conversas, a coordenação da campanha direcionou os chefes de Executivo municipal a ampliarem o engajamento político em seus redutos eleitorais. O objetivo é assegurar o retorno dos eleitores às urnas no próximo dia 25 de outubro.
“Essas pessoas que já votaram em nós, precisamos trabalhar para que elas vão às urnas no domingo de novo”, afirmou Flávio.
Alinhamento institucional e segurança
No discurso proferido aos aliados, o governador Tarcísio de Freitas solicitou aos prefeitos que intensifiquem a divulgação do número correto do candidato nas urnas. O chefe do Executivo paulista apontou que parte dos sufrágios no primeiro turno foi perdida devido a eleitores que digitaram o 10 — número usado por Tarcísio — em vez do 22, referente ao postulante ao Planalto.
Abordando a pauta da segurança pública, Flávio direcionou uma mensagem aos residentes de comunidades controladas por organizações criminosas: “O resgate de vocês está chegando”. Ele prometeu ainda que, se eleito, a administração federal trabalhará em sintonia com o governo paulista e os prefeitos contarão com canal aberto junto à Presidência.
Por fim, o candidato direcionou críticas ao presidente Lula (PT), acusando o atual mandatário de apatia social. “Está cagando para população”, declarou. O senador complementou dizendo que Lula explora a falta de instrução dos brasileiros e deseja manter a população de baixa renda em estado de “miserável”.






