Disponível no catálogo da Netflix, 1941: Uma Guerra Muito Louca (1979) reunia todos os elementos necessários para alcançar um enorme sucesso comercial e de crítica na época de seu lançamento.
Bastidores e ficha técnica de peso O roteiro do projeto foi assinado por Bob Gale e Robert Zemeckis, célebre dupla responsável pela criação da trilogia De Volta Para o Futuro.
Além disso, o elenco principal era encabeçado pelo trio que havia conquistado o público no sucesso Animal House (“O Clube dos Cafajestes”, 1978): Dan Aykroyd, John Belushi e Tim Matheson.
Grandes nomes no projeto A produção ainda contou com um vasto grupo de atores consagrados, incluindo Ned Beatty, Christopher Lee, Toshiro Mifune, Warren Oates, Robert Stack, Nancy Allen e John Candy.
Por fim, a direção estava sob a responsabilidade de Steven Spielberg, cineasta que mantinha o status de infalível desde a estreia de Tubarão em 1975.
O motivo do fracasso da comédia Apesar de toda a grandiosidade técnica e do padrão espetacular característico do diretor, a obra acabou não funcionando plenamente como comédia.
O próprio cineasta percebeu posteriormente que sua abordagem era excessivamente técnica e organizada, enquanto o gênero cômico exige um nível essencial de anarquia e desordem.
Comparação com outro clássico Essa diferença prática pôde ser observada logo no ano seguinte, quando John Landis comandou Blues Brothers (“Os Irmãos Cara de Pau”), estrelado pelos mesmos John Belushi e Dan Aykroyd.
Contexto histórico do enredo A trama se passa poucos dias após o histórico ataque japonês a Pearl Harbour, no Havaí, retratando o clima de pânico real que tomou conta da costa oeste dos EUA.
A narrativa acompanha de forma irônica a histeria coletiva na região de Los Angeles, impulsionada pela presença ameaçadora de um submarino inimigo vigiando o litoral americano.
Avaliação final da obra Apesar de ser considerado um filme divertido e tecnicamente impecável, a produção dirigida por Steven Spielberg falhou em entregar o nível de humor que o público esperava.






