Um jovem de 27 anos acabou preso na última sexta-feira (6), na capital amazonense, sob a suspeita de perseguir, espancar e ameaçar de morte a sua ex-companheira, que também tem 27 anos. A ocorrência foi registrada no bairro Gilberto Mestrinho, situado na Zona Leste de Manaus, e o indivíduo teria utilizado um simulacro de arma de fogo para amedrontar a mulher durante a ação criminosa.
Detalhes da investigação policial Conforme as informações repassadas pela Polícia Civil, o casal manteve um relacionamento amoroso por aproximadamente dois anos e possui uma filha em comum, de apenas quatro meses de idade.
Abordagem violenta na madrugada A violência teve início na madrugada da última quarta-feira (4), no momento em que a vítima retornava para a sua residência. A corporação apurou que o suspeito passou a segui-la pilotando uma motocicleta, interceptando-a em plena via pública e descendo do veículo portando o equipamento que imitava uma arma verdadeira.
Violência física e psicológica O boletim de ocorrência aponta que a mulher foi inicialmente atacada com um empurrão, além de receber um soco na região do rosto e um chute. “Ele atingiu a parte de trás da cabeça da vítima com uma coronhada, deixando-a desnorteada. Depois, passou a proferir ofensas com termos pejorativos e a ameaçá-la de morte, exigindo que ela subisse na garupa da motocicleta”, relatou a delegada Nathália Oliveira, encarregada do caso.
Cativeiro temporário e fuga As diligências revelaram ainda que o agressor conduziu a vítima até uma zona isolada, onde ordenou que ela revelasse o contato telefônico do seu atual parceiro. Antes de escapar com a moto, ele ainda desferiu cotoveladas contra o rosto da mulher.
Prisão e próximos passos legais A captura do suspeito foi efetuada pelos agentes da Delegacia Especializada em Crimes Contra a Mulher (DECCM) das zonas Norte e Leste. Ele responderá criminalmente por lesão corporal, ameaça e injúria, todos enquadrados na Lei de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. Após os procedimentos na unidade policial, o investigado aguarda a realização da audiência de custódia e segue detido à disposição do Poder Judiciário.






