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Bolsas europeias sobem na abertura após reeleição de Lula

Bolsas na Europa abrem em alta nesta 2ª feira após reeleição de Lula

Os principais índices das bolsas de valores da Europa iniciaram as atividades em alta nesta segunda-feira (26.out.2026), repercutindo diretamente o resultado da disputa presidencial brasileira. O atual mandatário garantiu a permanência no cargo após uma virada histórica em um pleito acirrado contra o adversário do PL, Flávio Bolsonaro.

Desempenho dos mercados europeus

Por volta das 5h30, no horário de Brasília, o índice alemão DAX alcançou a marca de 25.359 pontos na máxima, registrando um crescimento de 0,69%. No mesmo horário, o painel continental Euro Stoxx 50 apresentou avanço de 0,39%, atingindo 6.092 pontos, com pico de valorização de 5,10%. Na França, o CAC de Paris também operou no azul, subindo 0,89% e alcançando 7.852 pontos na máxima do dia.

Cenário na Ásia e pressão nos ativos brasileiros

Enquanto o continente europeu operava com otimismo, os mercados asiáticos encerraram a sessão com resultados divididos, acumulando perdas no território japonês e altas na China e na Austrália.

O índice Nikkei 225, do Japão, sofreção uma retração de 0,80%, fechando aos 62.189 pontos, influenciado principalmente pelas perdas em papéis dos setores de tecnologia e semicondutores. Em contrapartida, o índice de Xangai teve alta de 0,19%, e o S&P/ASX 200 avançou 0,17%.

Analistas já apontavam que a recondução de Luiz Inácio Lula da Silva ao cargo geraria forte instabilidade nos negócios financeiros locais, com projeção de desvalorização acentuada da bolsa nacional, disparidade cambial e pressão sobre os juros futuros.

Refletindo esse cenário de incerteza, o EWZ — fundo listado na Bolsa de Nova York composto por ações do Brasil — registrou queda de 17,97%, cotado a US$ 34,94, durante o pós-mercado de domingo (25.out), às 21h52. Na etapa de pré-abertura, a baixa chegou a atingir 23,03%.

No câmbio internacional, a moeda brasileira sofreu desvalorização expressiva frente à divisa norte-americana nos contratos futuros negociados na bolsa de Chicago (CME). Às 23h40 de domingo, a queda registrada era de 10,5%, patamar que oscilou para um recuo de 9,84% por volta das 4h55 da segunda-feira.

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