O presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registrou um acréscimo de 10.289.240 votos no segundo turno da disputa presidencial de 2026 em comparação ao seu desempenho inicial.
Crescimento expressivo supera derrotados
Esse avanço expressivo na reta final do pleito foi tão expressivo que superou a somatória de sufrágios obtidos pelos 10 concorrentes que ficaram de fora da disputa decisiva, os quais acumularam 9.316.747 apoios conjuntamente. Na etapa inaugural, o petista contabilizou 53.879.538 apoios, o que representava 45,16% dos válidos, ficando atrás de Flávio Bolsonaro (PL), que obteve 56.104.503 votos, equivalentes a 47,03%.
Virada e consolidação no segundo turno
Com a inversão do cenário na última fase do pleito, o titular do Executivo alcançou 64.168.778 sufrágios, correspondentes a 51,77%, enquanto seu oponente terminou a corrida com 59.788.685 apoios, ou seja, 48,23%.
Comparativamente ao pleito de 2022, o chefe de Estado ampliou sua base em 3.822.779 apoios adicionais. Além disso, a margem de superioridade sobre o rival na rodada final subiu de 2,1 milhões de sufrágios diante de Jair Bolsonaro (PL) para 4,4 milhões no confronto direto contra Flávio Bolsonaro (PL).
Desempenho dos concorrentes do primeiro turno
Analisando o bloco dos 10 políticos eliminados na fase inicial, o grupo concentrou 9,3 milhões de eleitores. O escritor Augusto Cury (Avante) liderou esse pelotão intermediário ao atingir 3.448.569 apoios, equivalente a 2,89%.
Logo atrás figuraram Renan Santos (Missão), com 2.675.887 (2,24%), e Ronaldo Caiado (PSD), com 2.605.148 (2,18%). A relação seguiu com Romeu Zema (Novo) registrando 326.488 apoios; Samara (UP) com 122.911; Hertz Dias (PSTU) somando 43.103; Clariana Barão (DC) com 40.043; Edmilson Costa (PCB) alcançando 22.693; Wilson Grassi (Democrata) com 16.881; e, por fim, Rui Costa Pimenta (PCO), que obteve 15.024 sufrágios.






