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Carol de Toni condiciona apoio ao Senado a impeachment de ministros do STF

De Toni: ‘Só apoiarei um presidente do Senado que pautar o impeachment de Moraes’

Com uma votação histórica de mais de 2,6 milhões de sufrágios em Santa Catarina, Carol de Toni (PL) planeja pautar a sucessão da mesa diretora do Senado com uma exigência direta: a abertura de processos de impeachment contra magistrados do Supremo Tribunal Federal (STF). A deputada federal declarou que poderá lançar uma candidatura avulsa ao comando da Casa caso o compromisso não seja assumido pelos principais nomes da disputa.

H2 Confronto com o Supremo e planos para a CCJ

Durante sua passagem pela presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara em 2024, a parlamentar liderou o avanço de propostas voltadas a conter decisões monocráticas e a revisar as competências da mais alta corte do país. Agora, a meta é alcançar a presidência da CCJ no Senado para dar continuidade às pautas de reforma do Judiciário.

“Eu só apoiarei um candidato que aceitar pautar impeachment de ministro”.

H3 Críticas à cúpula do Legislativo e o cenário no PL

Embora reconheça Rogério Marinho (PL-RN) como o nome natural de sua legenda para a presidência do Senado, a futura senadora alertou que não aceitará acordos que deixem de lado o enfrentamento aos excessos do Judiciário. Ela também direcionou duras críticas aos atuais dirigentes do Congresso, classificando Davi Alcolumbre como o responsável por travar os pedidos de afastamento de magistrados.

“Moraes seria o primeiro ministro contra o qual deveríamos abrir um processo de impeachment, sem sombra de dúvida”.

H2 Posição sobre o 8 de Janeiro e pautas econômicas

Além da ofensiva contra o tribunal, a parlamentar defende a absolvição sumária ou uma anistia ampla e irrestrita aos condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023. Para ela, as punições configuram um processo político conduzido sem as garantias constitucionais adequadas.

No âmbito econômico, a prioridade declarada para o mandato que se inicia em 2027 é a redução da máquina pública, o corte de impostos e a revisão de reformas que, segundo sua visão, ampliam a arrecadação e o tamanho do Estado em detrimento da liberdade individual e da iniciativa privada.

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