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Eleições 2026: saiba quem os derrotados no primeiro turno apoiam

Flávio Bolsonaro x Lula: veja quem Augusto Cury, Renan Santos e outros candidatos a presidente derrotados no 1º turno apoiam

A disputa pela Presidência da República no segundo turno, marcado para o próximo domingo, 25 de outubro, conta com os apoios definidos dos dez candidatos que ficaram fora da etapa final entre Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT). Os palanques se dividiram entre os concorrentes derrotados nas urnas do primeiro turno.

Palanque de Flávio Bolsonaro Cinco ex-presidenciáveis decidiram caminhar ao lado do candidato do PL: Augusto Cury (Avante), Clariana Barão (DC), Romeu Zema (NOVO), Ronaldo Caiado (PSD) e Wilson Grassi (Democrata).

As negociações e alianças ocorreram ao longo das primeiras semanas de outubro. Romeu Zema declarou apoio no dia 5, justificando que vota “contra o PT” e acrescentando que “O Brasil não aguenta mais 4 anos de Lula”. No dia seguinte, Ronaldo Caiado formalizou sua adesão após reunião, afirmando que entrará na campanha “de corpo inteiro, por convicção” e completando: “O que nós queremos é que você devolva o Brasil aos brasileiros”.

Clariana Barão firmou compromisso em 7 de outubro, exigindo a garantia de que “as mulheres não tenham um direito a menos nesse país”. Já Augusto Cury declarou seu respaldo em 8 de outubro, após assinatura de documento via chamada de vídeo: “Neste segundo turno, decidi dar um voto de confiança a Flávio Bolsonaro, que está reivindicando o seu primeiro mandato e depois fim da reeleição”. Por fim, Wilson Grassi anunciou seu voto em 20 de outubro, declarando: “A gente tem que escolher quem vai quebrar o Brasil e quem não está nem aí para os cachorros. Eu não sei”, e concluiu: “Eu vou acabar votando no Flávio só para não ficar sem votar”.

Apoios ao candidato do PT Por sua vez, Lula conquistou o respaldo de três nomes que disputaram o Palácio do Planalto: Edmilson Costa (PCB), Hertz Dias (PSTU) e Samara Martins (UP).

Posicionamentos Críticos As legendas e representantes que optaram pelo petista o fizeram por meio de manifestações com ressalvas nas redes sociais. Edmilson Costa justificou: “Apoiamos criticamente a candidatura Lula porque consideramos que, agora, a prioridade é a derrota da extrema direita […] Neste 2º turno, é Lula para derrotar o fascismo”. Na mesma linha, Hertz Dias declarou: “Contra Bolsonaro, voto crítico no 13 no 2º turno, sem nenhum apoio ao governo Lula”. A sigla Unidade Popular também se manifestou: “Contra o avanço do fascismo e em defesa da democracia, dos direitos do povo e da soberania nacional, no segundo turno convocamos o povo e toda a nossa militância a votar 13”.

Neutralidade e voto nulo Além das alianças firmadas com os dois finalistas, o cenário do segundo turno registrou outras orientações entre os derrotados. Rui Costa Pimenta (PCO) direcionou seus eleitores a votarem nulo, enquanto Renan Santos (Missão) optou por deixar sua base totalmente livre para escolher qualquer um dos concorrentes na urna.

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