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Câncer de mama e próstata somam 156 mil casos anuais no Brasil

Câncer de mama e próstata: 156,5 mil casos ao ano reforçam papel do seguro

O Instituto Nacional de Câncer estima que o país terá 78.610 novos diagnósticos de câncer de mama e 77.920 de próstata anualmente entre 2026 e 2028. Somadas, as ocorrências chegam a aproximadamente 156,5 mil casos por ano, figurando entre as enfermidades mais incidentes no território nacional. Excluindo os tumores de pele não melanoma, o câncer de mama responde por 30% dos registros entre o público feminino, enquanto o de próstata atinge 30,5% dos homens.

Fatores de risco e prevenção no câncer de mama

O envelhecimento é um dos principais gatilhos para o desenvolvimento da enfermidade mamária, com cerca de 80% dos episódios manifestando-se após os 50 anos. Outros elementos que elevam a probabilidade incluem obesidade, sedentarismo, ingestão de álcool e predisposição genética hereditária.

Entre os indicativos de alerta estão nódulos firmes, alterações cutâneas na região, secreção espontânea pelo mamilo e modificações no formato do órgão. O Ministério da Saúde orienta que mulheres na faixa etária de 50 a 74 anos realizem mamografia preventiva bianualmente, embora qualquer alteração suspeita exija investigação médica imediata, independente da idade.

Diagnóstico e sintomas do câncer de próstata

Assim como ocorre com as mamas, o avanço da idade eleva a incidência e a mortalidade por tumores prostáticos, principalmente após os 60 anos. O histórico familiar de primeiro grau com diagnóstico precoce e o excesso de peso também compõem o grupo de risco para formas mais agressivas.

Nos estágios iniciais, o problema pode ser assintomático. Conforme evolui, manifesta-se por fluxo urinário fraco, dificuldade para iniciar ou cessar a micção, aumento da frequência urinária diurna e noturna, além de sangue na urina. O instituto não indica o rastreamento em massa para assintomáticos, recomendando que a avaliação médica seja individualizada.

Planejamento e apoio financeiro em momentos críticos

Além do desgaste físico e emocional, a descoberta de uma neoplasia afeta diretamente o orçamento familiar devido a gastos com tratamentos, exames, deslocamentos e a possível queda de receita pelo afastamento laboral.

Diante desse panorama, apólices de proteção financeira surgem como suporte fundamental. Diferente do senso comum, certas modalidades oferecem cobertura em vida para o segurado diagnosticado com enfermidades graves previstas contratualmente.

Foi o caso da cooperada Eri Brito, residente em Cerejeiras, Rondônia, que havia adquirido uma proteção financeira meses antes de enfrentar a doença. Ao confirmar a enfermidade, ela acionou a instituição financeira para checar os benefícios.

“Eu entrei em contato com a minha gerente, enviei a biópsia e perguntei o que o seguro cobria. Ela confirmou a cobertura e, em dois dias, o dinheiro já estava na minha conta. Foi um suporte que eu jamais esperaria que teria. Por isso, digo para as mulheres: invistam em vocês. Você não sabe o que vai acontecer amanhã. Faça seu seguro, porque quando eu precisei, fui muito bem atendimento e tudo aconteceu muito rápido”, declarou a cooperada.

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