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Brasil supera Arábia Saudita e assume vice-liderança no petróleo chinês

Brasil passa sauditas e vira 2º maior fornecedor de petróleo da China

O Brasil superou a Arábia Saudita e alcançou a posição de segundo maior fornecedor de petróleo para a China em 2026, conforme revelado por estatísticas alfandegarias publicadas nesta terça-feira (20.out.2026) pelo governo asiático. A primeira colocação no ranking de exportações continua com a Rússia.

Balanço dos primeiros nove meses Entre janeiro e setembro, o território chinês adquiriu 44,29 milhões de toneladas de petróleo bruto originárias do mercado brasileiro, enquanto o volume comprado dos sauditas somou 43,12 milhões de toneladas.

Posição global da China Conforme registros do Energy Institute, a nação asiática ocupa o posto de segundo maior consumidor global dessa commodity, ficando atrás unicamente dos Estados Unidos.

Desempenho mensal das exportações Apenas no mês mais recente, o montante enviado pelo Brasil para os compradores chineses alcançou 5,15 milhões de toneladas, equivalente a 1,25 milhão de bpd (barris por dia), o que representa um crescimento de 18% frente ao mesmo intervalo do ano anterior.

Queda saudita e liderança russa Em contrapartida, as remessas da Arábia Saudita, reconhecida como o segundo maior produtor mundial de petróleo, registraram 2,70 milhões de toneladas, ou 660 mil bpd, traduzindo-se em uma retração de 62% no comparativo anual.

Panorama do ranking de fornecedores Considerando o acumulado de 2026, o Brasil posiciona-se atrás apenas da Rússia, principal parceira comercial dos chineses nesse setor, que comercializou 9,94 milhões de toneladas para o país asiático em setembro, ou 2,42 milhões de bpd, registrando alta de 20% na mesma base de comparação. Na quarta posição do ranking figura o Iraque, responsável pela exportação de 4,84 milhões de toneladas, o equivalente a 1,18 milhão de bpd.

Ausência de outros produtores As informações divulgadas pela alfândega da China apontam também a ausência de registros de importação de petróleo vindos de Estados Unidos, Venezuela ou Irã durante o último mês.

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